7 lições de 'A Mágica da Arrumação'

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Oie gentes, tudo bem?
No primeiro Taking Stock aqui do blog eu avisei que estava lendo 'A Mágica da Arrumação' escrito pela japonesa Marie Kondo e que eu estava amando.
O livro traz uma técnica desenvolvida pela autora ao longo dos anos que promete colocar ordem de vez em sua casa e em sua vida de maneira prática e funcional e podemos tirar boas lições dele.


1. De uma vez só
Não adianta tentar arrumar um cômodo por vez ou uma parte do guarda roupa a cada dia. O certo para você arrumar tudo é tirar um dia pra organizar sua casa inteira - e te garanto que é pior que quatro horas de academia.
Se fizer por partes, um dia estará organizado e no dia seguinte quando for arrumar o outro, o primeiro estará totalmente desorganizado - fora que a gente encontra o mesmo item em trinta cantos diferentes (tipo panfleto de pizza que achei quinze diferentes na casa inteira).
2. Desapegue
O que me ajudou muito na hora de tirar minhas roupas e itens que estavam acumulados era responder a pergunta "isso me faz feliz?". Foi surpreendente o tanto de tralha que eu guardava só porque tinha sido um colega da quarta série que tinha me dado ou porque minha tia avó tinha me dado aquela blusa que só ocupava espaço na gaveta.
Peguei todas as coisas e coloquei em sacos de lixo e caixas: alguns itens serão doados, outros irão para o lixo e outros serão vendidos, mas o problema foi resolvido.
3. Faça isso sozinho
Eu confesso que fiquei extremamente histérica quando estava arrumando minhas coisas e alguém entrava no quarto e perguntava "vai jogar mesmo isso fora?" porque além de atrapalhar toda a concentração da organização, ainda me colocava em dúvida se eu estava certa em desapegar. Depois de três vezes sendo interrompida eu tranquei a porta e concluí meu trabalho e estou muito feliz.
4. Não temos coragem
Antes do livro eu olhava cada presente que eu ganhei e ficava com dó de repassar ou jogar fora porque emocionalmente me sentia culpada por me desfazer de algo que alguém me deu, mesmo que eu não gostasse e pude perceber que eu não era a única. Toda vez que minha mãe ou irmã arrumavam o guarda-roupa elas me davam pelo menos dez peças de roupa para eu colocar no meu e eu fazia o mesmo com elas. Resultado: a gente não se desfazia de verdade das roupas.

5. Se você não usou até agora, não vai usar mais.
Antes de ler o livro eu observei os tópicos e discordei de um em especial que era o que dizia que livros não lidos nunca seriam lidos. A princípio eu discordei porque tenho uma biblioteca na sala de casa e muitos livros que temos lá são livros que nós lemos depois de meses comprado ou até mesmo anos. Entretanto também tem livros lá que nunca serão lidos como os infantis de quando eu cursava a quarta série ou resumos de obras de vestibular
Como é uma área comum da casa, não posso tomar a decisão por todos mas vou chegar neles com bastante calma e inclusive vou catalogar todos.
6. Slow Fashion e consumo consciente
Antes do livro eu já estava numa vibe consumo consciente e slow fashion (moda devagar, em tradução livre). Pra quem não sabe consumo consciente é saber a origem do produto que você está consumindo seja lá culinária, moda ou cosmético; é saber exatamente de onde ele veio, como foi feito e pra onde ele vai. O slow fashion segue essa mesma onda em que não somos fãs de comprar roupas de fast fashion só porque é a moda do momento, tem mais a ver com definir seu estilo e comprar peças a partir disso - peças que são de uma qualidade maior e que você sabe como foi fabricada (ou que até mesmo você fabricou).
Depois do livro eu só fiquei ainda mais paranoica para saber a origem das coisas que compro e comprar cada vez menos.
7. Cuide do jeito certo
Se você usa as mesmas roupas todos os dias, escreve no mesmo caderno, usa os mesmos sapatos e por aí vai você deve, no mínimo, cuidar deles com cuidado, certo?
Desde que eu comecei a faculdade de moda eu aprendi a respeitar o que cada peça pede na etiqueta - ser lavado, secado e passado de uma determinada maneira - e pode parecer besteira, mas a roupa dura muito mais quando você segue o que ela pede. Além disso, cuido muito mais dos meus sapatos já que uso no máximo cinco pares diferentes e como eu amo cada um deles além da conta, eu quero que eles durem bastante tempo.
Também aprendi a dobrar minhas camisetas de uma forma que cabem na gaveta sem dificuldade (isso é ensinado no livro e também no guia ilustrado).

E você, já leu 'A Mágica da Arrumação'? Qual foi a lição mais importante que o livro te ensinou? Deixe aí nos comentários!
Com amor,
Querida Asquini.

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Sobre

Larissa Honorato
Apaixonada por música, moda, fotografia e comportamentos sociais. Procuro instigar o questionamento e a curiosidade das pessoas para que sempre se descubram e reconstruam.