Você tem que assistir: Perfeita é a Mãe

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Desempenhar o papel de mãe nunca é uma tarefa fácil e piora ainda mais se você é solteira e não conta com ajuda nenhuma do seu ex/atual marido.
A convite da Revista Claúdia fui conferir a pré-estreia de "Perfeita é a Mãe" - que estréia nesta quinta, 11 - acompanhada da minha irmã Mila - do Menina da Estrada - cheias de mimos.
Foto: Divulgação
Amy (Mila Kunis) tem 32 anos e é mãe de dois filhos, cuida da casa, trabalha para um chefe mala, é casada com um homem folgado e preguiçoso, tem que lidar com as mães irritantes da associação da escola de seus filhos e a lista só cresce.
Quando o dia vai de mau a pior Amy praticamente enlouquece e admite para si e para o mundo que não consegue ser perfeita como todo mundo exige que ela seja e acaba arranjando confusão com Gwendolyn (Christina Applegate) - a mãe politicamente correta presidente da associação de pais da escola de seus filhos.
Ao lado de Carla (Kathryn Hahn) - a mãe mais doida e engraçada do universo - e Kiki (Kristen Bell) - mãe de quatro filhos casada com um machista - Amy tem que enfrentar os desafios de ser mãe, mulher, ter responsabilidades e uma vontade imensa de se divertir.
Foto: Divulgação
Durante o filme inteiro eu só conseguia pensar como todas as mães são sensacionais por serem mães e tenho certeza que era o mesmo pensamento em todas as cabeças da sala de cinema.
Apesar de ter ficado um pouco incomodada no começo com a briga mulher contra mulher (Amy x Gwendolyn) isso só serviu para valorizar ainda mais a sororidade entre as mães.
O filme é certamente um dos mais feministas que eu já vi: cheio de críticas implícitas e explícitas, piadas extremamente ácidas - e até um pouco perigosas -, sororidade e irmandade, reações a machismos e liberdade de expressão.
Trata-se de mães como as nossas admitindo verdades que normalmente não são ditas principalmente no cinema - onde normalmente vemos mães completamente felizes e realizadas e apenas com algumas dificuldades -, é o retrato da mãe moderna que precisa fazer tudo ao mesmo tempo e pra todo mundo e normalmente esquece de si.
Acredito que toda mulher - mesmo as que como eu não querem ser mãe - vai conseguir se identificar ao extremo com o filme pelo excesso de pressão que as moças passam no enredo - apesar de tudo ser tratado com muito humor.
E todo homem deve assistir para entender um pouco mais o universo feminino e expandir os horizontes.

Pra você ficar com um gostinho de quero mais:

E ah, assista o filme até o final do final porque tem um bônus lindo com as atrizes principais.
Quando assistir me diga o que achou!

Com amor,
Querida Asquini.

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Sobre

Larissa Honorato
Apaixonada por música, moda, fotografia e comportamentos sociais. Procuro instigar o questionamento e a curiosidade das pessoas para que sempre se descubram e reconstruam.